sexta-feira, 22 de maio de 2009

Trago na mala a Primavera



E quando andei sei saber durante este tempo todo que segunda vai ser feriado aqui.... e ele me manda uma mensagem com isto...

"Prepara a mala para 6ª sexta.Regressamos a casa na segunda à hora de jantar... a temperatura onde vamos está com máximas de 24 e mínimas de 11 e só te digo para onde vamos quando entrares no carro na sexta!"

Eu bem que implorei para saber mais detalhes... mas nadinha!
Bem, faltam-me menos de 4 horas para descobrir!


( fotografia retirada de " http://olhares.aeiou.pt/mala.htm" (Fernando Figueiredo)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A Professora de Espinho

Eu nunca tive professoras que falassem à “ broeira” como a professora de espinho e que tornassem as aulas interessantes ao falar de cuecas molhadas, orgias , linguados e virgindade.

Mas não me chocou nadinha a conversa baseada nos estudos dos pais porque desde sempre que me lembro foi assim. A minha turma do secundário era uma turma de filhos de doutores e engenheiros e todos sabíamos isso. Lá na escola os professores chamavam aquilo a turma de “elite”. Achei graça a professora ter gabado os inúmeros anos em que esteve a estudar para depois dizer " amiguíssimos" mandado um claro pontapé no português.

Na minha altura, os professores eram igualmente maus como a “ senhora doutora” de espinho com a particularidade que ao invés de falarem de sexo , falavam das viagem à Grécia que tinham feito e durante aulas a fio mostravam albúns de viagens, punham
“ rolo de carne” como texto para analisarmos no teste de avaliação, diziam nas entrelinhas que se tínhamos dúvidas era melhor arranjarmos um explicador, ou então diziam de caras que odiavam dar aulas. Não eram casos isolados... em vários professores que tive haviam poucos que se limitassem a dar matéria ( bem).

Lamento também que ninguém tivesse telemóvel até ao 11º ano, muito menos telemóveis com câmaras e outras coisas sofisticadas e claro não existisse o youtube ou a TVI ( pelo menos como a conhecemos hoje) para divulgar essa pérolas, porque contando era difícil de acreditar.

Muitos deles vinham para as aulas despejar as frustrações que traziam de casa.Ali mandavam e dominavam. Ali tinham o poder de chumbar e de passar, de convidar a sair da sala e de mandar a entrar, de fechar os olhos quando alguém copiava ou de arrancar as cábulas da mão a um desgraçado. O professor era um pequeno Deus na sua sala, ninguém exterior o “ controlava”.

Na altura, um professor fazia o que queria e nós alunos não fazíamos nada com medo ter a “ ficha feita”. Por vários motivos, o meu respeito pelos professores é quase nulo, tirando os desgraçados dos estagiários que obviamente só podem ter escolhido a carreira de docente por “ amor”.

De resto eu venho de uma época em que ser professor significava muitas férias, um dia livre por semana, um horário reduzido, explicações por fora e um ordenado bem acima da média.

Provavelmente a senhora professora de espinho era uma pessoa dessas, assim como foram muitas das minhas professoras, que não faziam a mínima ideia do que significava preparar uma aula, motivar alunos, gostar da profissão e estar direccionada para os bons resultados dos alunos. Sentia-se senhora e dona na classe e com ego amanteigado mal punha os pés na sala.

Curiosamente, esta professora seria um caso de sucesso de profissional segundo os parâmetros de progressão na carreira. A esta senhora provavelmente será dito que está em depressão profunda e que provavelmente precisa de uma baixa médica durante 2 aninhos.

Quando os sindicatos vêm com conversas contra a avaliação de professores e aulas assistidas eu percebo o motivo... o medo de alguns destes trastes terem avaliações negativas ou irem para o olho da rua.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sydney

Sydney é talvez a cidade mais completa que visitei. A mim enche-me as medidas uma cidade a sério com magnificas praias a beijar-lhe os pés. Sydney é assim mesmo uma festa de contraste e de cores, é uma espécie de Nova York tropical.

Gostei do ambiente que a rodeava, da beleza que fui descobrindo em cada canto, do mar e do cheiro a côco do protector solar, das marinas e do cheiro a maresia, das zonas mais típicas como Rocks com som de alegria e movimento, do cheiro a fritos da China Town, ás avenidas mais cosmopolitas a cheirar a carros.

Eu gosto de apreciar cidades e gentes. Por isso lá fui eu feliz e contente a mercados coloridos ( Paddy's) e feiras ver legumes e frutas esquisitas, andei a regatear T-shirts de souvenir nos mercados, comprei maçãs e comia-as pelo caminho. Faz sempre parte das minhas viagens ir aos supermercados cuscar preços, ver o que se come e o que se compra, cuscar nos carrinhos das senhoras do lado. Já agora ver roupa e sapatos em todo o tipo de lojas.

Lá andava eu de mapa na mão ás vezes perdida com o ar de quem não estava, andava uma carteira cheia de tralha, porque me recusava a andar de mochila e de máquina fotográfica ao peito. Odeio o típico turista japonês, que vê uma cidade pela perspectiva de uma máquina digital e perde o prazer de a ver pelos seus próprios olhos...

Ficava séculos a decifrar linhas de autocarro, comprava bilhete e andava em autocarro público com bancos partidos... e depois dava de caras com uma praia linda de morrer digna de postal ( Bondi).

Chegava à praia descalçava os meus ténis suados e ia a correr para a areia senti-la a massajar os pés e deitava-me com a cabeça enterrada na areia de papo para o ar aproveitar os raios de sol. Á minha frente estava um oceano inteiro...umas boas dezenas de gente a fazer surf e eu pensava “ Estou na Austrália pá!!”.

E algumas vezes chegava ao hotel cansada com dor nos pés e no corpo , com as costas tortas, de tanto andar... Ia para o Hotel punha o despertador só 1 hora e dormia 3... perdia o jantar, aquecia a chaleira e fazia uma sopa instantânea ( que tinha comprado no supermercado como que adivinhar que isso pudesse acontecer) porque já não eram horas de servir jantar.

Gostei de andar pé horas seguidas a absorver tudo aquilo que a cidade me dava até que a cidade se entranhasse nos meus sentidos.
Comprava sandes no quiosque da esquina ao almoço e ir a comer pela rua fora, como se tivesse toda a pressa do mundo acompanhando o mar de gente à minha volta. Ou então simplesmente sentava-me num banco a comer uma sandes com a Ópera de Sydney à minha frente e a Harbour Bridge ao lado ( fantástico).

Depois comprei um bilhete ao acaso e apanhei o ferry para Watson Bay simplesmente porque tinha o feeling que ia ser giro! E foi.

A noite jantava sempre no mesmo restaurante no “ Baía” ( um Italiano) em Darling Harbour com o maridão e rebobinava-lhe tudo o que tinha feito durante o dia. No Fim-de-semana mostrei-lhe os melhores sítios ( e descobrimos outros os dois
( Manly)...redescobria outras partes com outros olhos. Vivemos o " Anzac Day" um feriado Australiano em memória dos soldados mortos na 1º e na 2º Guerra Mundial, assistimos aos desfile nas ruas e assistimos à tradição " beber até cair para o lado" desde a avozinhos a malta mais nova.

Em cada canto observei a cidade com um olhar de criança, com aquela incredulidade de estar ali e com a alegria de quem a vê pela primeira vez.

PS: Prometo publicar as melhores fotos!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Obrigada Apple

Estou neste preciso momento a ver todos os meus mails com a lata toda do mundo na loja da Apple em George Street ( sydney).

Ao meu lado estao a dar formacao a uns velhotes ! Este pessoal comeca cedo! Cheguei aqui antes das 9 da manha e a loja ja estava aberta. Os velhotes, a maior parte com a idade de avos, estao ali atentamente a ouvir o formador da Apple .

Eu devo ser a unica que nem sequer finjo interesse no "MACBOOK 2.0 HHZ intel core Duo 13.3 LED Backlit display" que estou a utilizar ( tenho aqui uma placa com o preco) e estou mesmo aqui a mandar mails e a ver os coments do blog!

Aproveito para vos dizer que esta cidade e fantastica ( com uns toques de NY) e com gente bonita e bronzeada!
Vou aproveitar para uma bela caminhada ( esta agradavel o tempo) de quase uma hora para ver a Opera House, Rocks e ja agora ver uns surfistas Australianos na praia ( ainda nao vi sequer a especie por estes lados).

Bem... nao consigo por acentos... desculpem qualquer coisinha! Desde ja agradeco a Apple por me ter ajudado a poupar uns trocos com net a borla.

Beijinhos a todos !! FUI

domingo, 12 de abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A Patuá que é uma querida e ofereceu-me um selo " Roxie".



http://anavitri.blogspot.com

Agora supostamente tenho que escever 5 coisas que são Roxie.

( já agora fiquei 5 segundos a pensar o que é isso de ser Roxie e não cheguei a conclusão nenhuma... mas enfim, mas pensar que ser Roxie é algo " muita fixe " ok?)


Escrever 5 coisas que são Roxie:

- Sobre música: U2,MPB,Rui Veloso

- Televisão e cinema: O Padrinho; Series: Unit, Heroes, Lost, Jonh Adams

- Três países que sonha em conhecer: Austrália, Africa do Sul, Tailândia

- Três cores favoritas: Preto,branco, rosa

- Três hobbies: escrever, ler e namorar

- Indicar 10 blogues que ache Roxie:

: todos os blogs que sigo e à minha vizinhança ( se faz favor venham cá buscar os selo, sim?).

Spicy peri peri chicken


Desengane-se quem pensa que o maior embaixador de Portugal no estrangeiro é bacalhau! Essa é uma das grandes mentiras que por ai se conta com todos os dentinhos que se tem na boca.

Bacalhau seco? Sim.. é conhecido nas cantilenas da graxa dos guias turisticos “ bacaláu, cristiano ronaldo, figo!” assim que alguém abre a boca e se diz que se é português.

Agora naqueles que se auto-intitulam restaurantes típicos portugueses e aqueles que tenham algum sucesso no meio da estrangeirada ( e não na comunidade Portuguesa) não confeccionam bacalhau com grão, assada ou o que o valha.
Acreditem que os restaurantes Portugueses um pouco por todo o mundo, apresentam como menu Português “ frango assado com piri-piri” ( servido com batatas fritas.. pois claro!)

A única cadeia portuguesa com sucesso aqui em Inglaterra é o “ Nando´s” (http://www.nandos.co.uk) Um restaurante com uma decoração simples mas moderna que mistura ao mesmo tempo símbolos tão Portugueses como o Galo de Barcelos e que apresenta no seu menu “ frango assado com piri-piri” .

O mais estranho é que abriu há uns anos um em Portugal e passado pouco tempo fechou... Agora aqui em Inglaterra é um sucesso de fazer filas
Deve chegar quase à centena o numero de restaurantes Nando´s em Inglaterra e no mundo ( há até no Qatar!!) Inclusivé em Manchester fecha uma noite por semana para os jogadores!

A verdade é que alguém com mais olho do que eu e que a maioria de todos nós, lá descobriu a “ receita de sucesso” a que possa chamar de comida portuguesa e ao mesmo tempo que ninguém o possa chamar de caras “ aldrabão”. Pois bem, o frango assado com piri-piri é tão típico em Portugal como as sandes com fiambre. Quer dizer toda a gente come sandes com fiambre em Portugal , mas poderá ser chamado de típico?

Há uns tempos vi um programa que era o “ Contacto Austrália” em que dois dos restaurantes de emigrantes portugueses que abriram em Sidney era precisamente de “ franguinho assado”.
A fórmula parece estar a resultar...

Não acredito que o frango assado com piri-piri esteja na nossa bíblia da culinária portuguesa( o Pantagruel) contudo devo dizer que estamos a um passinho que esta fama do frango assado seja eternamente colada em nós.

Se um dia quando forem de férias... disserem “ Portugueses!!!??... Cristiano Ronaldo.... Spicy peri peri chicken” já sabem o motivo.

Pelos vistos, somos grandes adeptos de frango assado com Piri-piri... só que só nós é que não sabíamos. Vejam só as coisas que se vão aprendendo...

sábado, 4 de abril de 2009

O filho bastardo

Há nos ingleses uma grande crença na sua superioridade. Os ingleses têm essa crença camuflada.Não é algo que seja bonitinho de se ouvir, não é politicamente correcto .Se eles são os Sirs por inerência...todos os outros são obviamente grandes pacóvios.

Em relação aos Estados Unidos da América há uma relação inveja /ódio não declarada. Os americanos guardam em si o orgulho de nunca terem deixado os ingleses terem posto a pata em cima e serem filhos de uma rebelião conta Inglaterra. A verdade é que os EUA nunca foram uma colónia Inglesa como o Canadá, Austrália, Índia. A Revolução Americana aconteceu por causa dessa crença de superioridade inglesa e o facto dos ingleses querem por um “ imposto” sobre os produtos aos Norte-americanos.

Os EUA são como o filho bastardo que subiu a pique na vida e com isso eles não podem nem com molho inglês em cima. Contudo, ou porque não têm outro remédio senão engolir essa batata em seco ou em nome do que se chama “ Diplomacia”, vive-se o cinismo do “ somos todos amigos”.

A célebre “ Boston Tea Party” em que alguns habitantes se mascaram de indíos e despejaram o chá nas águas portuárias, foi o que desencadeou a Guerra da Indepêndencia e foi a primeira chapada que os ingleses receberam em séculos.

Essa mania da superioridade inglesa e de querem fazer de Inglaterra o “ centro do Mundo” ve-se em pequenas coisas, como por exemplo nos telejornais ingleses. Eles fazem questão de ignorar tudo o resto que se passa no mundo porque o mundo é Inglaterra. Assim, os telejornais falam 90% do tempo sobre o que se passa em Inglaterra .Dão se ao luxo de estarem 3 dias a falar de uma tal senhora ( com um cargo a secretária de estado) que pôs nas suas despesas filmes pornográficos do marido, ou do príncipe Harry que chamou “ monhé” a um colega na tropa. Ou então da tal Jade Goody que participou no BB e que morreu vitima de cancro. Os outros assuntos do mundo interessam lá agora?

Os Norte-americanos por seu lado acham também que o centro do mundo se passa lá. A verdade é que se passa lá mesmo. Claro , que com isto tudo é difícil de gerir tantos super Egos.

Na visita do Presidente Obama a Inglaterra (G20) , a Imprensa norte americana não se fez de rogada e apelidou a Inglaterra como “ uma pequena” ilha perto da Europa, Ilha essa com uma dimensão tão pequena que é slightly smaller than Oregon (que mania têm os americanos em comparar qualquer país que se fale com um estado americano – com que estado compararão se se falar da Rússia, do Canadá ou do Brasil?). Estas declarações foram o suficiente para os ingleses se descabelarem.

A segunda picada certeira da Imprensa Norte -Americana foi terem dito que os Americanos se reuniram com os seus grandes “amigos” franceses, os mesmos que ajudaram a dar uma tareia aos ingleses e enviaram para ajudar a Revolução Americana dinheiro , soldados em barda e o general Lafayette.

Podem-se comparar as atitudes dos Ingleses e dos Americanos com o chá e o café : os primeiros são naturalmente polidos e indirectos e os seus “irmãos” do outro lado do Atlântico, frontais e com falta de chá!

terça-feira, 17 de março de 2009

Voltei já ha uns tempinhos de Portugal.
Trouxe um galo de barcelos do mais bimbo que há e um quilo de bacalhau.
Já estou mesmo emigra não vos parece?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Amanhã a esta hora, estou ai!

Desde 29 de Dezembro que não meto os pés em Portugal.
Amanhã vou matar as saudades de casa e da família.
Vou comer comidinha tuga da boa!
Vou dar um big abraço a todos os que amo!
Vou fazer caminhadas pelo Guincho.
Vou à noite de rock com o maridão e jezebelar.
vou também apanhar belas secas na loja do cidadão e tratar de assuntos essenciais.
O tempo é tão pouco e tenho tanta mas tanta coisa para fazer em tão poucos dias.
Estou super ansiosa.

Até amanhã!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os primeiros encontros

Há várias teorias sobre os primeiros encontros. Afinal o que querem os homens e o que querem as mulheres? O que espera um homem no final do primeiro encontro e o que espera a mulher?

Em primeiro lugar, há algo que nunca mas nunca se deve esquecer. O homem é por natureza predador. Isso é uma verdade matemática que não vale a pena negar.
Se o homem é predador é um erro a mulher tentar inverter esta natureza humana, porque é certinho que se vai dar mal.

A verdade é que a mulher muitas vezes tem um comportamento castrador no sentido que tenta aniquilar as regras do jogo. Se o homem é predador, façam acreditá-lo que são as presas.
No entanto, como um bom predador o homem gosta de luta. Esta é a premissa inicial. A natureza humana é muito mais mecanicista do que se pensa e tudo se trata de um jogo de equilíbrio.

Um homem no primeiro encontro espera levar uma mulher para a cama. Uma mulher na primeiro encontro ( se gosta dele) tenta conquistar o homem... por vezes acha que o sexo é uma boa maneira para o conseguir. Mas está errada!

Um dos erros frequentes tem a ver com os métodos que se utiliza. As mulheres nos primeiros encontros muitas vezes falam dos ex, falam dos problemas que têm, falam do cão do gato e da vizinha... auto-elogiam-se em excesso ou pelo contrário mostram que não têm qualquer tipo de confiança nelas próprias.
Este tipo de palavras deveria estar completamente proibido e crescerem aftas na boca cada vez que pronunciassem tal coisa

Meninas... o primeiro encontro não é o confissionário... e ningúem esta minimamente interessado em saber que a mãezinha tem hemorróidas, que o canário morreu na semana passada ou que o ex é psicopata. A ideia de um primeiro encontro é levantar levemente o véu e não ser um livro aberto. A ideia é atiçar a vontade do próximo encontro e dos próximos e até de um futuro... Se a ideia " não vende" não passa à frente. O primeiro encontro é a tábua rasa e se a ideia que passa é de uma miúda com problemas e com baixa auto-estima ou pelo contrário super convencida... o que é que se está a espera?

Positivismo é a palavra de ordem. E para saber o que dizer ou o que não dizer é apenas pensar o que gostavamos de falar e tantar mover a conversa nesse sentido...
Claro algo nunca demasiado pessoal ou superficial. Falar de viagens, filmes e séries é um bom exemplo... falar de roupa e de cabelos e dietas é um péssimo exemplo e um carimbo na testa de futilidade. Um homem não é a vossa melhor amiga.

Outro erro frequente é as mulheres tentarem alongar demasiado o primeiro encontro.
Erro muito grave. O primeiro encontro deve ser não muito longo, nem muito comprido. Deve ser no tempo suficiente para suscitar vontade para o próximo.

Isso significa que beijocas e convites para subir até nossa casa está completamente fora de questão. Se querem que resulte... então minhas queridas, não se esqueçam que ele é o predador...

O último ponto é bombardearem com mensagem logo no final do encontro. Se estão interessadas... e querem algo mais do que uma noite...não mandem mensagens. Se ele mandar primeiro não mandem mensagem logo de seguida. Se não mandar... jamais mandem novamente. Esta é a regra de ouro!

Se ele não mandar mensagem no final do encontro... a verdade é esta não está interessado. E não há desculpas para não haver saldo, para ter deixado o telemóvel no carro... e outras cantilenas. Quando um homem quer, vai atrás, procura, pede o telemóvel emprestado, vai ás três da manhã carregar o telemóvel, faz o pino se for preciso.

Não se enganem... se o homem não mandar mensagem... é porque não está interessado e não é porque mandem mensagem que essa ideia vai mudar... simplesmente vai mostrar desespero... e lá está está a castrar a natureza do homem " predador".

Façam-no esperar. Saber esperar é uma virtude e o predador gosta disso. E gosta de saborear a sua " vitória". Nunca se esqueçam que o que é fácil de ter é fácil de desprezar.
Esta é uma dura verdade.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O Carnaval Português

Nunca fui grande adepta do carnaval... confesso. Seria certamemente se tivesse nascido no Brasil, no Rio de janeiro ou em Salvador... agora esta febre do Carnaval em Portugal é algo que não me faz sentido algum.

A única coisa que vejo positiva no carnaval é o facto de ser feriado... e no tempo da faculdade significavam férias... o que dava um certo jeito.

Cresci com o trauma de ver autênticas baleias a desfilar no carnaval com temperaturas de 15 graus ( o máximo)e em fio dental. Depois ainda não contentes começaram a ser criadas " Escolas de samba" onde branquelas desengonçados vêm para a rua tocar pandeireta vestidos de roupa brilhante e onde um número inqualificável de pessoas se junta com uma pronúnica novelesca... tipica de gente com recalcamentos por não ter nascido na terra da caipirinha.

A realidade é que Portugal não conjuga com samba.... assim como o frio não se conjuga com meninas de fio dental e mamocas ao léu.

Alguém me explica qual foi a alminha que teve a ideia de transportar o carnaval do Brasil para Portugal? Quem foi a ideia brilhante de meter meninas celulíticas nos carros alegóricos em fio dental a sambar...?

Cresci a ver o Carnaval Português ser quase todo com músicas ridículas brasileiras e com Reis e Rainhas das telenovelas e mais tarde com pseudo famosos do Big Brother.

O que dizer das tradições de mandar balões de água, levar com pistolas de água, bombinhas de mau cheiro, putos a rebentarem as mãos com brincadeiras parvas?

Agradeço o facto de este ano ter sido poupada ( para quem não lê os meus post com atenção... estou em Inglaterra)com homens de barba feita vestidas de gajas e de meias de rede.

Aprecio no entanto o positivismo instantâneo reservado para estes três dias do ano.... bem que precisamos.