Meus queridos muito obrigada por todos os comentários! Eu agradeço imenso porque adoro ter o feedback dos meus leitores.
Eu sei que os post também não têm sido abundantes, por vários motivos... o maior deles é que daqui a menos de um mês é o meu casamento religioso.
Então e perguntam vocês? Mas a Rabodesaia não é casada?? Sim é, mas agora é o casamento na Igreja com a família e amigos presentes: Espero que seja uma festa super animada e cheia de sorrisos!
Bem, poderia durantes estes vários meses ter referido a problemática do vestido de noiva,do penteado, da maquilhagem, dos detalhes da quinta,do padre, dos missais, da escolha da comida, da decoração, da lua de mel...mas quer dizer desbocada como só eu sou.... em três tempos toda a gente que vai ao casamento e lê o blog ficaria a descobrir todos os detalhes da boda.
Sim... era chato... e o blog é público!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Os Ingleses e a vida animal
Dizem que os ingleses são frios, que são incapazes de exprimir os sentimentos, mas eu tenho que reconhecer que não é verdade. Quando se trata do amor pelos animais, nenhum povo gosta tanto como eles, acreditem em mim.
O animalzinho seja o cão, o gato, a tartaruga ao patinho todos são tratados não como família, mas digamos... um pouco melhor.
O animal tem a sorte de não comer batatas fritas com salsichas todo o dia ou sandes com maionese... o que já por si, está em vantagem com a família inteira. Quando se trata de nutricionismo e de comida saudável isso está restrito a só uma parte da família: os animaizinhos. Os animaizinhos tem uma sessão de comida maior do que a comida de bebé no supermercado, os animaizinhos têm “ comida baixa em gordura” , com vitaminas A, B; C; D e mais o alfabeto inteiro.... tem direito a veterinário todos os meses, a brinquedos especiais para fomentar o “ crescimento”, biscoitos com proteínas... etc...
Sem dúvida que os ingleses são altruístas na medida que dar restos de comida aos animaizinhos ... nem pensar então e as vitaminas a, b, c, d?? Mas comerem fritos e darem a comer aos filhos carradas de gorduras por refeição é normal...
Palavras doces e amostras de afecto está também restrito ao animaizinhos... ( ou pronto à restante família... em noite de sábado ... depois de 2 pints de cerveja) por isso digo ser animal de estimação em Inglaterra é ter a vidinha feita!
Os ingleses adoram animais. Quando digam adoram é mesmo verdade porque e bem mais fácil um inglês ir preso por maus tratos a animais do que maus tratos aos filhos.Ter animais é um carimbo de boa pessoa.” O que?? É um assassino? Mas como se tem dois adoráveis cães!”
Quando vamos aos supermercados é comum estar um grande cesto onde as pessoas colocam a comida para animais ( o cesto está lá todos os dias) e sempre que lá passo o cesto tem comida. Esta campanha é tipo o “ Banco Alimentar” para os animais com a diferença que dura o ano inteiro.
Eu acho bem este tipo de atitude, este amor tão grande pelos animais.... estranho é não ver por exemplo o mesmo cesto para pessoas mais carenciadas.
Já agora, vi este anúncio na porta de uma loja aqui em Inglaterra e claro decidi publicar para ajudar a encontrar o Sidney!.
Se o alguém viu ( e não fez dele um maravilhoso arroz de pato ), ligue para o número 0776817648. É amigável, tem uma pata defeituosa e responde pelo nome Sidney!!
Vá Sidney... volta!! Os teus donos sentem a tua falta.
O animalzinho seja o cão, o gato, a tartaruga ao patinho todos são tratados não como família, mas digamos... um pouco melhor.
O animal tem a sorte de não comer batatas fritas com salsichas todo o dia ou sandes com maionese... o que já por si, está em vantagem com a família inteira. Quando se trata de nutricionismo e de comida saudável isso está restrito a só uma parte da família: os animaizinhos. Os animaizinhos tem uma sessão de comida maior do que a comida de bebé no supermercado, os animaizinhos têm “ comida baixa em gordura” , com vitaminas A, B; C; D e mais o alfabeto inteiro.... tem direito a veterinário todos os meses, a brinquedos especiais para fomentar o “ crescimento”, biscoitos com proteínas... etc...
Sem dúvida que os ingleses são altruístas na medida que dar restos de comida aos animaizinhos ... nem pensar então e as vitaminas a, b, c, d?? Mas comerem fritos e darem a comer aos filhos carradas de gorduras por refeição é normal...
Palavras doces e amostras de afecto está também restrito ao animaizinhos... ( ou pronto à restante família... em noite de sábado ... depois de 2 pints de cerveja) por isso digo ser animal de estimação em Inglaterra é ter a vidinha feita!
Os ingleses adoram animais. Quando digam adoram é mesmo verdade porque e bem mais fácil um inglês ir preso por maus tratos a animais do que maus tratos aos filhos.Ter animais é um carimbo de boa pessoa.” O que?? É um assassino? Mas como se tem dois adoráveis cães!”
Quando vamos aos supermercados é comum estar um grande cesto onde as pessoas colocam a comida para animais ( o cesto está lá todos os dias) e sempre que lá passo o cesto tem comida. Esta campanha é tipo o “ Banco Alimentar” para os animais com a diferença que dura o ano inteiro.
Eu acho bem este tipo de atitude, este amor tão grande pelos animais.... estranho é não ver por exemplo o mesmo cesto para pessoas mais carenciadas.
Já agora, vi este anúncio na porta de uma loja aqui em Inglaterra e claro decidi publicar para ajudar a encontrar o Sidney!.
Se o alguém viu ( e não fez dele um maravilhoso arroz de pato ), ligue para o número 0776817648. É amigável, tem uma pata defeituosa e responde pelo nome Sidney!!
Vá Sidney... volta!! Os teus donos sentem a tua falta.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
A surpresa revelada
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Trago na mala a Primavera

E quando andei sei saber durante este tempo todo que segunda vai ser feriado aqui.... e ele me manda uma mensagem com isto...
"Prepara a mala para 6ª sexta.Regressamos a casa na segunda à hora de jantar... a temperatura onde vamos está com máximas de 24 e mínimas de 11 e só te digo para onde vamos quando entrares no carro na sexta!"
Eu bem que implorei para saber mais detalhes... mas nadinha!
Bem, faltam-me menos de 4 horas para descobrir!
( fotografia retirada de " http://olhares.aeiou.pt/mala.htm" (Fernando Figueiredo)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A Professora de Espinho
Eu nunca tive professoras que falassem à “ broeira” como a professora de espinho e que tornassem as aulas interessantes ao falar de cuecas molhadas, orgias , linguados e virgindade.
Mas não me chocou nadinha a conversa baseada nos estudos dos pais porque desde sempre que me lembro foi assim. A minha turma do secundário era uma turma de filhos de doutores e engenheiros e todos sabíamos isso. Lá na escola os professores chamavam aquilo a turma de “elite”. Achei graça a professora ter gabado os inúmeros anos em que esteve a estudar para depois dizer " amiguíssimos" mandado um claro pontapé no português.
Na minha altura, os professores eram igualmente maus como a “ senhora doutora” de espinho com a particularidade que ao invés de falarem de sexo , falavam das viagem à Grécia que tinham feito e durante aulas a fio mostravam albúns de viagens, punham
“ rolo de carne” como texto para analisarmos no teste de avaliação, diziam nas entrelinhas que se tínhamos dúvidas era melhor arranjarmos um explicador, ou então diziam de caras que odiavam dar aulas. Não eram casos isolados... em vários professores que tive haviam poucos que se limitassem a dar matéria ( bem).
Lamento também que ninguém tivesse telemóvel até ao 11º ano, muito menos telemóveis com câmaras e outras coisas sofisticadas e claro não existisse o youtube ou a TVI ( pelo menos como a conhecemos hoje) para divulgar essa pérolas, porque contando era difícil de acreditar.
Muitos deles vinham para as aulas despejar as frustrações que traziam de casa.Ali mandavam e dominavam. Ali tinham o poder de chumbar e de passar, de convidar a sair da sala e de mandar a entrar, de fechar os olhos quando alguém copiava ou de arrancar as cábulas da mão a um desgraçado. O professor era um pequeno Deus na sua sala, ninguém exterior o “ controlava”.
Na altura, um professor fazia o que queria e nós alunos não fazíamos nada com medo ter a “ ficha feita”. Por vários motivos, o meu respeito pelos professores é quase nulo, tirando os desgraçados dos estagiários que obviamente só podem ter escolhido a carreira de docente por “ amor”.
De resto eu venho de uma época em que ser professor significava muitas férias, um dia livre por semana, um horário reduzido, explicações por fora e um ordenado bem acima da média.
Provavelmente a senhora professora de espinho era uma pessoa dessas, assim como foram muitas das minhas professoras, que não faziam a mínima ideia do que significava preparar uma aula, motivar alunos, gostar da profissão e estar direccionada para os bons resultados dos alunos. Sentia-se senhora e dona na classe e com ego amanteigado mal punha os pés na sala.
Curiosamente, esta professora seria um caso de sucesso de profissional segundo os parâmetros de progressão na carreira. A esta senhora provavelmente será dito que está em depressão profunda e que provavelmente precisa de uma baixa médica durante 2 aninhos.
Quando os sindicatos vêm com conversas contra a avaliação de professores e aulas assistidas eu percebo o motivo... o medo de alguns destes trastes terem avaliações negativas ou irem para o olho da rua.
Mas não me chocou nadinha a conversa baseada nos estudos dos pais porque desde sempre que me lembro foi assim. A minha turma do secundário era uma turma de filhos de doutores e engenheiros e todos sabíamos isso. Lá na escola os professores chamavam aquilo a turma de “elite”. Achei graça a professora ter gabado os inúmeros anos em que esteve a estudar para depois dizer " amiguíssimos" mandado um claro pontapé no português.
Na minha altura, os professores eram igualmente maus como a “ senhora doutora” de espinho com a particularidade que ao invés de falarem de sexo , falavam das viagem à Grécia que tinham feito e durante aulas a fio mostravam albúns de viagens, punham
“ rolo de carne” como texto para analisarmos no teste de avaliação, diziam nas entrelinhas que se tínhamos dúvidas era melhor arranjarmos um explicador, ou então diziam de caras que odiavam dar aulas. Não eram casos isolados... em vários professores que tive haviam poucos que se limitassem a dar matéria ( bem).
Lamento também que ninguém tivesse telemóvel até ao 11º ano, muito menos telemóveis com câmaras e outras coisas sofisticadas e claro não existisse o youtube ou a TVI ( pelo menos como a conhecemos hoje) para divulgar essa pérolas, porque contando era difícil de acreditar.
Muitos deles vinham para as aulas despejar as frustrações que traziam de casa.Ali mandavam e dominavam. Ali tinham o poder de chumbar e de passar, de convidar a sair da sala e de mandar a entrar, de fechar os olhos quando alguém copiava ou de arrancar as cábulas da mão a um desgraçado. O professor era um pequeno Deus na sua sala, ninguém exterior o “ controlava”.
Na altura, um professor fazia o que queria e nós alunos não fazíamos nada com medo ter a “ ficha feita”. Por vários motivos, o meu respeito pelos professores é quase nulo, tirando os desgraçados dos estagiários que obviamente só podem ter escolhido a carreira de docente por “ amor”.
De resto eu venho de uma época em que ser professor significava muitas férias, um dia livre por semana, um horário reduzido, explicações por fora e um ordenado bem acima da média.
Provavelmente a senhora professora de espinho era uma pessoa dessas, assim como foram muitas das minhas professoras, que não faziam a mínima ideia do que significava preparar uma aula, motivar alunos, gostar da profissão e estar direccionada para os bons resultados dos alunos. Sentia-se senhora e dona na classe e com ego amanteigado mal punha os pés na sala.
Curiosamente, esta professora seria um caso de sucesso de profissional segundo os parâmetros de progressão na carreira. A esta senhora provavelmente será dito que está em depressão profunda e que provavelmente precisa de uma baixa médica durante 2 aninhos.
Quando os sindicatos vêm com conversas contra a avaliação de professores e aulas assistidas eu percebo o motivo... o medo de alguns destes trastes terem avaliações negativas ou irem para o olho da rua.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Sydney
Sydney é talvez a cidade mais completa que visitei. A mim enche-me as medidas uma cidade a sério com magnificas praias a beijar-lhe os pés. Sydney é assim mesmo uma festa de contraste e de cores, é uma espécie de Nova York tropical.
Gostei do ambiente que a rodeava, da beleza que fui descobrindo em cada canto, do mar e do cheiro a côco do protector solar, das marinas e do cheiro a maresia, das zonas mais típicas como Rocks com som de alegria e movimento, do cheiro a fritos da China Town, ás avenidas mais cosmopolitas a cheirar a carros.
Eu gosto de apreciar cidades e gentes. Por isso lá fui eu feliz e contente a mercados coloridos ( Paddy's) e feiras ver legumes e frutas esquisitas, andei a regatear T-shirts de souvenir nos mercados, comprei maçãs e comia-as pelo caminho. Faz sempre parte das minhas viagens ir aos supermercados cuscar preços, ver o que se come e o que se compra, cuscar nos carrinhos das senhoras do lado. Já agora ver roupa e sapatos em todo o tipo de lojas.
Lá andava eu de mapa na mão ás vezes perdida com o ar de quem não estava, andava uma carteira cheia de tralha, porque me recusava a andar de mochila e de máquina fotográfica ao peito. Odeio o típico turista japonês, que vê uma cidade pela perspectiva de uma máquina digital e perde o prazer de a ver pelos seus próprios olhos...
Ficava séculos a decifrar linhas de autocarro, comprava bilhete e andava em autocarro público com bancos partidos... e depois dava de caras com uma praia linda de morrer digna de postal ( Bondi).
Chegava à praia descalçava os meus ténis suados e ia a correr para a areia senti-la a massajar os pés e deitava-me com a cabeça enterrada na areia de papo para o ar aproveitar os raios de sol. Á minha frente estava um oceano inteiro...umas boas dezenas de gente a fazer surf e eu pensava “ Estou na Austrália pá!!”.
E algumas vezes chegava ao hotel cansada com dor nos pés e no corpo , com as costas tortas, de tanto andar... Ia para o Hotel punha o despertador só 1 hora e dormia 3... perdia o jantar, aquecia a chaleira e fazia uma sopa instantânea ( que tinha comprado no supermercado como que adivinhar que isso pudesse acontecer) porque já não eram horas de servir jantar.
Gostei de andar pé horas seguidas a absorver tudo aquilo que a cidade me dava até que a cidade se entranhasse nos meus sentidos.
Comprava sandes no quiosque da esquina ao almoço e ir a comer pela rua fora, como se tivesse toda a pressa do mundo acompanhando o mar de gente à minha volta. Ou então simplesmente sentava-me num banco a comer uma sandes com a Ópera de Sydney à minha frente e a Harbour Bridge ao lado ( fantástico).
Depois comprei um bilhete ao acaso e apanhei o ferry para Watson Bay simplesmente porque tinha o feeling que ia ser giro! E foi.
A noite jantava sempre no mesmo restaurante no “ Baía” ( um Italiano) em Darling Harbour com o maridão e rebobinava-lhe tudo o que tinha feito durante o dia. No Fim-de-semana mostrei-lhe os melhores sítios ( e descobrimos outros os dois
( Manly)...redescobria outras partes com outros olhos. Vivemos o " Anzac Day" um feriado Australiano em memória dos soldados mortos na 1º e na 2º Guerra Mundial, assistimos aos desfile nas ruas e assistimos à tradição " beber até cair para o lado" desde a avozinhos a malta mais nova.
Em cada canto observei a cidade com um olhar de criança, com aquela incredulidade de estar ali e com a alegria de quem a vê pela primeira vez.
PS: Prometo publicar as melhores fotos!
Gostei do ambiente que a rodeava, da beleza que fui descobrindo em cada canto, do mar e do cheiro a côco do protector solar, das marinas e do cheiro a maresia, das zonas mais típicas como Rocks com som de alegria e movimento, do cheiro a fritos da China Town, ás avenidas mais cosmopolitas a cheirar a carros.
Eu gosto de apreciar cidades e gentes. Por isso lá fui eu feliz e contente a mercados coloridos ( Paddy's) e feiras ver legumes e frutas esquisitas, andei a regatear T-shirts de souvenir nos mercados, comprei maçãs e comia-as pelo caminho. Faz sempre parte das minhas viagens ir aos supermercados cuscar preços, ver o que se come e o que se compra, cuscar nos carrinhos das senhoras do lado. Já agora ver roupa e sapatos em todo o tipo de lojas.
Lá andava eu de mapa na mão ás vezes perdida com o ar de quem não estava, andava uma carteira cheia de tralha, porque me recusava a andar de mochila e de máquina fotográfica ao peito. Odeio o típico turista japonês, que vê uma cidade pela perspectiva de uma máquina digital e perde o prazer de a ver pelos seus próprios olhos...
Ficava séculos a decifrar linhas de autocarro, comprava bilhete e andava em autocarro público com bancos partidos... e depois dava de caras com uma praia linda de morrer digna de postal ( Bondi).
Chegava à praia descalçava os meus ténis suados e ia a correr para a areia senti-la a massajar os pés e deitava-me com a cabeça enterrada na areia de papo para o ar aproveitar os raios de sol. Á minha frente estava um oceano inteiro...umas boas dezenas de gente a fazer surf e eu pensava “ Estou na Austrália pá!!”.
E algumas vezes chegava ao hotel cansada com dor nos pés e no corpo , com as costas tortas, de tanto andar... Ia para o Hotel punha o despertador só 1 hora e dormia 3... perdia o jantar, aquecia a chaleira e fazia uma sopa instantânea ( que tinha comprado no supermercado como que adivinhar que isso pudesse acontecer) porque já não eram horas de servir jantar.
Gostei de andar pé horas seguidas a absorver tudo aquilo que a cidade me dava até que a cidade se entranhasse nos meus sentidos.
Comprava sandes no quiosque da esquina ao almoço e ir a comer pela rua fora, como se tivesse toda a pressa do mundo acompanhando o mar de gente à minha volta. Ou então simplesmente sentava-me num banco a comer uma sandes com a Ópera de Sydney à minha frente e a Harbour Bridge ao lado ( fantástico).
Depois comprei um bilhete ao acaso e apanhei o ferry para Watson Bay simplesmente porque tinha o feeling que ia ser giro! E foi.
A noite jantava sempre no mesmo restaurante no “ Baía” ( um Italiano) em Darling Harbour com o maridão e rebobinava-lhe tudo o que tinha feito durante o dia. No Fim-de-semana mostrei-lhe os melhores sítios ( e descobrimos outros os dois
( Manly)...redescobria outras partes com outros olhos. Vivemos o " Anzac Day" um feriado Australiano em memória dos soldados mortos na 1º e na 2º Guerra Mundial, assistimos aos desfile nas ruas e assistimos à tradição " beber até cair para o lado" desde a avozinhos a malta mais nova.
Em cada canto observei a cidade com um olhar de criança, com aquela incredulidade de estar ali e com a alegria de quem a vê pela primeira vez.
PS: Prometo publicar as melhores fotos!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Obrigada Apple
Estou neste preciso momento a ver todos os meus mails com a lata toda do mundo na loja da Apple em George Street ( sydney).
Ao meu lado estao a dar formacao a uns velhotes ! Este pessoal comeca cedo! Cheguei aqui antes das 9 da manha e a loja ja estava aberta. Os velhotes, a maior parte com a idade de avos, estao ali atentamente a ouvir o formador da Apple .
Eu devo ser a unica que nem sequer finjo interesse no "MACBOOK 2.0 HHZ intel core Duo 13.3 LED Backlit display" que estou a utilizar ( tenho aqui uma placa com o preco) e estou mesmo aqui a mandar mails e a ver os coments do blog!
Aproveito para vos dizer que esta cidade e fantastica ( com uns toques de NY) e com gente bonita e bronzeada!
Vou aproveitar para uma bela caminhada ( esta agradavel o tempo) de quase uma hora para ver a Opera House, Rocks e ja agora ver uns surfistas Australianos na praia ( ainda nao vi sequer a especie por estes lados).
Bem... nao consigo por acentos... desculpem qualquer coisinha! Desde ja agradeco a Apple por me ter ajudado a poupar uns trocos com net a borla.
Beijinhos a todos !! FUI
Ao meu lado estao a dar formacao a uns velhotes ! Este pessoal comeca cedo! Cheguei aqui antes das 9 da manha e a loja ja estava aberta. Os velhotes, a maior parte com a idade de avos, estao ali atentamente a ouvir o formador da Apple .
Eu devo ser a unica que nem sequer finjo interesse no "MACBOOK 2.0 HHZ intel core Duo 13.3 LED Backlit display" que estou a utilizar ( tenho aqui uma placa com o preco) e estou mesmo aqui a mandar mails e a ver os coments do blog!
Aproveito para vos dizer que esta cidade e fantastica ( com uns toques de NY) e com gente bonita e bronzeada!
Vou aproveitar para uma bela caminhada ( esta agradavel o tempo) de quase uma hora para ver a Opera House, Rocks e ja agora ver uns surfistas Australianos na praia ( ainda nao vi sequer a especie por estes lados).
Bem... nao consigo por acentos... desculpem qualquer coisinha! Desde ja agradeco a Apple por me ter ajudado a poupar uns trocos com net a borla.
Beijinhos a todos !! FUI
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Sabiam que?
Quem vos trás os melhores filmes do Youtube? Hum??!
Uma boa Páscoa para todos os meus leitores!
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A Patuá que é uma querida e ofereceu-me um selo " Roxie".

http://anavitri.blogspot.com
Agora supostamente tenho que escever 5 coisas que são Roxie.
( já agora fiquei 5 segundos a pensar o que é isso de ser Roxie e não cheguei a conclusão nenhuma... mas enfim, mas pensar que ser Roxie é algo " muita fixe " ok?)
Escrever 5 coisas que são Roxie:
- Sobre música: U2,MPB,Rui Veloso
- Televisão e cinema: O Padrinho; Series: Unit, Heroes, Lost, Jonh Adams
- Três países que sonha em conhecer: Austrália, Africa do Sul, Tailândia
- Três cores favoritas: Preto,branco, rosa
- Três hobbies: escrever, ler e namorar
- Indicar 10 blogues que ache Roxie:
: todos os blogs que sigo e à minha vizinhança ( se faz favor venham cá buscar os selo, sim?).

http://anavitri.blogspot.com
Agora supostamente tenho que escever 5 coisas que são Roxie.
( já agora fiquei 5 segundos a pensar o que é isso de ser Roxie e não cheguei a conclusão nenhuma... mas enfim, mas pensar que ser Roxie é algo " muita fixe " ok?)
Escrever 5 coisas que são Roxie:
- Sobre música: U2,MPB,Rui Veloso
- Televisão e cinema: O Padrinho; Series: Unit, Heroes, Lost, Jonh Adams
- Três países que sonha em conhecer: Austrália, Africa do Sul, Tailândia
- Três cores favoritas: Preto,branco, rosa
- Três hobbies: escrever, ler e namorar
- Indicar 10 blogues que ache Roxie:
: todos os blogs que sigo e à minha vizinhança ( se faz favor venham cá buscar os selo, sim?).
Spicy peri peri chicken

Desengane-se quem pensa que o maior embaixador de Portugal no estrangeiro é bacalhau! Essa é uma das grandes mentiras que por ai se conta com todos os dentinhos que se tem na boca.
Bacalhau seco? Sim.. é conhecido nas cantilenas da graxa dos guias turisticos “ bacaláu, cristiano ronaldo, figo!” assim que alguém abre a boca e se diz que se é português.
Agora naqueles que se auto-intitulam restaurantes típicos portugueses e aqueles que tenham algum sucesso no meio da estrangeirada ( e não na comunidade Portuguesa) não confeccionam bacalhau com grão, assada ou o que o valha.
Acreditem que os restaurantes Portugueses um pouco por todo o mundo, apresentam como menu Português “ frango assado com piri-piri” ( servido com batatas fritas.. pois claro!)
A única cadeia portuguesa com sucesso aqui em Inglaterra é o “ Nando´s” (http://www.nandos.co.uk) Um restaurante com uma decoração simples mas moderna que mistura ao mesmo tempo símbolos tão Portugueses como o Galo de Barcelos e que apresenta no seu menu “ frango assado com piri-piri” .
O mais estranho é que abriu há uns anos um em Portugal e passado pouco tempo fechou... Agora aqui em Inglaterra é um sucesso de fazer filas
Deve chegar quase à centena o numero de restaurantes Nando´s em Inglaterra e no mundo ( há até no Qatar!!) Inclusivé em Manchester fecha uma noite por semana para os jogadores!
A verdade é que alguém com mais olho do que eu e que a maioria de todos nós, lá descobriu a “ receita de sucesso” a que possa chamar de comida portuguesa e ao mesmo tempo que ninguém o possa chamar de caras “ aldrabão”. Pois bem, o frango assado com piri-piri é tão típico em Portugal como as sandes com fiambre. Quer dizer toda a gente come sandes com fiambre em Portugal , mas poderá ser chamado de típico?
Há uns tempos vi um programa que era o “ Contacto Austrália” em que dois dos restaurantes de emigrantes portugueses que abriram em Sidney era precisamente de “ franguinho assado”.
A fórmula parece estar a resultar...
Não acredito que o frango assado com piri-piri esteja na nossa bíblia da culinária portuguesa( o Pantagruel) contudo devo dizer que estamos a um passinho que esta fama do frango assado seja eternamente colada em nós.
Se um dia quando forem de férias... disserem “ Portugueses!!!??... Cristiano Ronaldo.... Spicy peri peri chicken” já sabem o motivo.
Pelos vistos, somos grandes adeptos de frango assado com Piri-piri... só que só nós é que não sabíamos. Vejam só as coisas que se vão aprendendo...
sábado, 4 de abril de 2009
O filho bastardo
Há nos ingleses uma grande crença na sua superioridade. Os ingleses têm essa crença camuflada.Não é algo que seja bonitinho de se ouvir, não é politicamente correcto .Se eles são os Sirs por inerência...todos os outros são obviamente grandes pacóvios.
Em relação aos Estados Unidos da América há uma relação inveja /ódio não declarada. Os americanos guardam em si o orgulho de nunca terem deixado os ingleses terem posto a pata em cima e serem filhos de uma rebelião conta Inglaterra. A verdade é que os EUA nunca foram uma colónia Inglesa como o Canadá, Austrália, Índia. A Revolução Americana aconteceu por causa dessa crença de superioridade inglesa e o facto dos ingleses querem por um “ imposto” sobre os produtos aos Norte-americanos.
Os EUA são como o filho bastardo que subiu a pique na vida e com isso eles não podem nem com molho inglês em cima. Contudo, ou porque não têm outro remédio senão engolir essa batata em seco ou em nome do que se chama “ Diplomacia”, vive-se o cinismo do “ somos todos amigos”.
A célebre “ Boston Tea Party” em que alguns habitantes se mascaram de indíos e despejaram o chá nas águas portuárias, foi o que desencadeou a Guerra da Indepêndencia e foi a primeira chapada que os ingleses receberam em séculos.
Essa mania da superioridade inglesa e de querem fazer de Inglaterra o “ centro do Mundo” ve-se em pequenas coisas, como por exemplo nos telejornais ingleses. Eles fazem questão de ignorar tudo o resto que se passa no mundo porque o mundo é Inglaterra. Assim, os telejornais falam 90% do tempo sobre o que se passa em Inglaterra .Dão se ao luxo de estarem 3 dias a falar de uma tal senhora ( com um cargo a secretária de estado) que pôs nas suas despesas filmes pornográficos do marido, ou do príncipe Harry que chamou “ monhé” a um colega na tropa. Ou então da tal Jade Goody que participou no BB e que morreu vitima de cancro. Os outros assuntos do mundo interessam lá agora?
Os Norte-americanos por seu lado acham também que o centro do mundo se passa lá. A verdade é que se passa lá mesmo. Claro , que com isto tudo é difícil de gerir tantos super Egos.
Na visita do Presidente Obama a Inglaterra (G20) , a Imprensa norte americana não se fez de rogada e apelidou a Inglaterra como “ uma pequena” ilha perto da Europa, Ilha essa com uma dimensão tão pequena que é slightly smaller than Oregon (que mania têm os americanos em comparar qualquer país que se fale com um estado americano – com que estado compararão se se falar da Rússia, do Canadá ou do Brasil?). Estas declarações foram o suficiente para os ingleses se descabelarem.
A segunda picada certeira da Imprensa Norte -Americana foi terem dito que os Americanos se reuniram com os seus grandes “amigos” franceses, os mesmos que ajudaram a dar uma tareia aos ingleses e enviaram para ajudar a Revolução Americana dinheiro , soldados em barda e o general Lafayette.
Podem-se comparar as atitudes dos Ingleses e dos Americanos com o chá e o café : os primeiros são naturalmente polidos e indirectos e os seus “irmãos” do outro lado do Atlântico, frontais e com falta de chá!
Em relação aos Estados Unidos da América há uma relação inveja /ódio não declarada. Os americanos guardam em si o orgulho de nunca terem deixado os ingleses terem posto a pata em cima e serem filhos de uma rebelião conta Inglaterra. A verdade é que os EUA nunca foram uma colónia Inglesa como o Canadá, Austrália, Índia. A Revolução Americana aconteceu por causa dessa crença de superioridade inglesa e o facto dos ingleses querem por um “ imposto” sobre os produtos aos Norte-americanos.
Os EUA são como o filho bastardo que subiu a pique na vida e com isso eles não podem nem com molho inglês em cima. Contudo, ou porque não têm outro remédio senão engolir essa batata em seco ou em nome do que se chama “ Diplomacia”, vive-se o cinismo do “ somos todos amigos”.
A célebre “ Boston Tea Party” em que alguns habitantes se mascaram de indíos e despejaram o chá nas águas portuárias, foi o que desencadeou a Guerra da Indepêndencia e foi a primeira chapada que os ingleses receberam em séculos.
Essa mania da superioridade inglesa e de querem fazer de Inglaterra o “ centro do Mundo” ve-se em pequenas coisas, como por exemplo nos telejornais ingleses. Eles fazem questão de ignorar tudo o resto que se passa no mundo porque o mundo é Inglaterra. Assim, os telejornais falam 90% do tempo sobre o que se passa em Inglaterra .Dão se ao luxo de estarem 3 dias a falar de uma tal senhora ( com um cargo a secretária de estado) que pôs nas suas despesas filmes pornográficos do marido, ou do príncipe Harry que chamou “ monhé” a um colega na tropa. Ou então da tal Jade Goody que participou no BB e que morreu vitima de cancro. Os outros assuntos do mundo interessam lá agora?
Os Norte-americanos por seu lado acham também que o centro do mundo se passa lá. A verdade é que se passa lá mesmo. Claro , que com isto tudo é difícil de gerir tantos super Egos.
Na visita do Presidente Obama a Inglaterra (G20) , a Imprensa norte americana não se fez de rogada e apelidou a Inglaterra como “ uma pequena” ilha perto da Europa, Ilha essa com uma dimensão tão pequena que é slightly smaller than Oregon (que mania têm os americanos em comparar qualquer país que se fale com um estado americano – com que estado compararão se se falar da Rússia, do Canadá ou do Brasil?). Estas declarações foram o suficiente para os ingleses se descabelarem.
A segunda picada certeira da Imprensa Norte -Americana foi terem dito que os Americanos se reuniram com os seus grandes “amigos” franceses, os mesmos que ajudaram a dar uma tareia aos ingleses e enviaram para ajudar a Revolução Americana dinheiro , soldados em barda e o general Lafayette.
Podem-se comparar as atitudes dos Ingleses e dos Americanos com o chá e o café : os primeiros são naturalmente polidos e indirectos e os seus “irmãos” do outro lado do Atlântico, frontais e com falta de chá!
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