quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ai Colón...


Há uns dias atrás, dei com uma notícia de uns protestos violentíssimos  no Panamá, mais precisamente, na cidade de Colón a propósito de uma medidas do Presidente para a privatização das terras da zona Franca.

Vi umas imagens do local e percebi que se aquela cidade já era estranha e medonha com um sentimento de insegurança, imagino neste dias... é que eu já lá estive. Cólon é, provavelmente, a cidade mais feia onde estive na vida. Vamos fazer um exercício, pensem numa cidade muito feia, ok? Multipliquem por 5 e têm Colón. Não fui enganada, sabia que era cidade para lá de feia e perigosa, tinha lido em tudo o que eram livros de viagem, mas não era para ver monumentos, para ver a natureza e passarinhos que lá fomos. É que Colón é uma zona franca e, como tal, era tudo muito barato.

Fomos preparados e com a lição bem estudada. Apenas com umas notas no bolso e desprovidos de tudo o que pudesse chamar a atenção e apitar o alerta “ turista totó”. Apanhámos o comboio e lá fomos em direcção a Colón.

A zona franca fica dentro da cidade, cercada por muros altos. Para lá entrarmos, tívemos que mostrar o passaporte e dizer o motivo por que queríamos entrar. Não pensem que dão de caras com um shopping luxuoso. Não, as lojinhas/ amazéns são em edifícios modestos, mas lá dentro,encontram-se perfeitas pérolas ao preço da chuva. Comprei umas all-start, três camisolas da Gant, e mais umas coisas que não me lembro por menos de 50 euros . E sim, coisas verdadeiras.

Dentro das muralhas não era assim tão mau… era feio, mas não era tão inseguro quanto pensava. O meu marido ( na altura namorado) foi a Colón à espera de encontrar Iphones baratos, mas isso não vimos por lá, pelo menos descaradamente.

Saí da zona franca Colón com um saco preto, daqueles do lixo, para vocês verem o nível de sofisticação que tinham as lojas. Saí de lá até ao comboio, de táxi, por nos garantirem que era menos perigoso, com um saco à Pai Natal e a rezar para não ser assaltada. Não fui! Ufa!

Seguramente quem vai apenas a Colón, não vê o que é o Panamá e a beleza que o país tem. Aliás, fica com uma ideia totalmente errada, porque o país é extremamente seguro, civilizado e bonito! Encontrei no Panamá o mais feio ( Colón) mas também as ilhas mais bonitas que vi na vida ( San Blás) e que estão em estado puro, sem água canalizada, telemóvel ou eletricidade. Sem dúvida, um país que nunca mais vou esquecer e uma agradável surpresa. Panamá é, sem dúvida, um país de se tirar o chapéu.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A Alexandra, a Grande!


Ontem vi programa Momento de Mudança na Sic e tenho que dizer que foi um trabalho jornalístico notável. Pela primeira vez que me lembre, foi apresentado ao público o HIV visto por uma outra perspectiva, sobre o olhar de uma jovem, a Alexandra. 

Esta doença, normalmente, está muito associada a comportamentos de risco, à homossexualidade ou à toxicodependência, mas neste caso foi nos apresentado uma história bastante diferente. A doença entrou numa família tipicamente portuguesa e não naquelas famílias que olhamos de lado, vistas como disfuncionais”. A família da Alexandra, podia ser uma família que vive na porta ao lado da nossa e a Alexandra poderia ser mais uma das meninas bonitas que se cruzam por nós todos os dias. Nós, metidos na nossa vida, envolvidos na nossa bolha, nunca saberíamos quem era. O HIV não se vê na cara e não discrimina.

A Alexandra não vive numa cidade grande onde nem os vizinhos se conhece e é possível viver-se anonimamente durante uma vida inteira. A Alexandra mostrou-nos como é ser portadora da doença numa pequena aldeia, onde todos sabem o nome de todos e quando ia ao café ninguém se queria sentar no mesmo banco onde se tinha sentado. Contou como lidou com o preconceito, com a revolta interior e como vive a sua sexualidade com a doença. Teve a coragem de quebrar esse tabu e de mostrar que há vida para além do HIV e que é possível ter relacionamentos e amar.

A Alexandra mostrou-nos que é possível ter uma vida dita normal, desde que seja responsável, e que é possível sonhar. Ela alimenta o sonho de ser psicóloga e espero bem que sim! Houve uma frase no seu discurso que me marcou bastante,  “ Eu sou a Alexandra, não sou  HIV”. E não, não é! A Alexandra é muito mais do que os nossos olhos vêem. 

Este programa, muito mais do que uma história sobre alguém com HIV, mostrou-nos uma história de amor, no seu estado mais puro.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Os empregos dos outros

Conheço-o de vista desde que vim morar para aqui. Já vi escrito o seu nome umas vezes na sua bata de trabalho, mas é completamente impronunciável. Conheço-o como o Senhor com o melhor emprego do Mundo, pois é a ideia que passa sempre que o vejo. Abre sempre um sorriso para dizer bom dia a toda gente e a sua cara ilumina-se cada vez que peço para fatiar o pão. Ele, o homem com o melhor emprego do mundo, trabalha na padaria de um hipermercado aqui em Inglaterra, fatia pão, embala bolos e no meio, vai falando com as pessoas. Mais do que feliz com isso, dá a ideia de que não há melhor emprego do que o dele. Por isso, é sempre um prazer ir ao supermercado comprar pão, recomendar o seu trabalho porque o faz com tanta dedicação e simpatia. O supermercado, ganha mais clientes, mais negócio e mais receita. Bem melhor do que cartões de desconto, aquele senhor veste a pele de embaixador do supermercado e se calhar, sem o saber, já angariou centenas de clientes.

Lembrei-me novamente do Senhor com o melhor emprego do Mundo, quando estive estes dias em Portugal. E lembrei-me dele, porque estive em supermercados, em áreas de serviço e em lojas onde assisti a atendimentos pavorosos. Infelizmente, não foram casos isolados. Infelizmente, os 10 dias que estive em Portugal de Sul a Norte do país verifiquei o mesmo comportamento generalizado... indiferença, respostas tortas, como se tivessem a ter a seca da vida deles ao estarem a atender ao público. 

Bem sei que um salário de 400 ou 500 euros não é um salário de uma vida, mas qual é o ponto de passar 8 horas por dia de má cara? Não se ganha nada com isso, certo? Pelos vistos, há quem goste de mostrar ao mundo inteiro que está chateado. Tive a sensação de que devia um pedido de desculpa a certos senhores das lojas por estar a interromper algo. Estavam a fazer o maior frete do mundo em estar a falar comigo, em se ter levantado nessa manhã, em vez de ter ficado em casa, a ver a Júlia Pinheiro ou o Goucha. Eu, a chata, tinha a lata de ir para lá interromper o seu sossego para pedir opiniões e preços. Eu, a parvalhona, que deveria estar ali de férias, tinha a lata de sorrir para eles e de dizer bom dia, quando eles, os desgraçados, estavam a trabalhar no duro desde as 9. 

Chateia-me ao ver este tipo de comportamentos quando há um número tão grande de desempregados e estabelecimentos comerciais a fechar. São as pessoas que lá trabalham que dão a cara que são o cartão de visitas para os estabelecimentos e que são a chave do sucesso ou insucesso. Fico revoltada por estes lugares estarem ocupados com gente que se vai achar injustiçada a vida inteira, que acham que o vizinho do lado é sempre o filho da mãe cheio de sorte, que o emprego dos outros é sempre melhor do que o dele. Ele é o maior desgraçado do mundo. Essas pessoas, vão sempre achar que lhe passou ao lado uma vida de glamour e de presenças pagas em discotecas do bairro.

De fora, tenho uma visão diferente e mais critica. Não foi um país hospitaleiro com que me deparei...Percebi que se toma como “ natural” e socialmente aceite este tipo de comportamento. “Ah..pois tem muito mau feitio” ou pois,” coitado recebe pouco “como se isso pudesse justificar o facto de tratar com desdém alguém que está ali, pede uma opinião e quer gastar dinheiro do estabelecimento onde trabalham. 

Apercebi-me que se tornou hábito as pessoas serem assim tratadas e aceitarem “feitios “ quando, claramente, nos empregos onde se dá a cara não há lugar para isso. Esse “feitio” nada mais é do que uma tremenda falta de chá e dois palminhos de testa.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Afinal era tanga!

Pois, afinal não havia Diana nem porra nenhuma! Era tudo publicidade ao novo perfume Cacharel Catch me. Andou um país inteiro a dar publicidade ao moço e era uma golpada! Não me sinto defraudada minimamente até porque já tinha levantado essa hipótese. Sinto apenas que foi defraudado o amor.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/a-procura-de-diana-diana-publicidade-marketing-cacharel-catch-me/1379867-1728.html

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Onde estás tu, Cinderela?

Pegue-se num rapaz normal, não, melhor, num rapaz com ar de bom moço, daqueles de um filha poderia apresentar ao pai. Depois, peguemos num dia com muita gente. Numa noite de Sábado à noite em Lisboa ou uma noite de Santo António em Lisboa que tem montes de gente. Não, melhor ainda, a noite de manifestação com milhares de pessoas na rua e um ambiente de agitação social. Peguemos agora numa miúda gira portuguesa, não, melhor, numa miúda estrangeira, pronto, sei lá Francesa e loura.  
 Agora, dêem-se dois nomes: Ricardo e Diana e uma one night stand que acabou com queca no Ibis de Oeiras e um bilhete deixado na cabeceira da cama. Pouco romântico!Não, melhor, um beijo, troca de números de telefone e de facebook. Hum...Demasiado fácil! Bem, então assim, um olhar apaixonado, um beijo, um nome Diana e uma pista: o dia que se vai embora. Zero contactos.
Juntemos agora o rapaz Ricardo que viu a miúda com ar angelical Diana, que ficou apanhadinho e foi amor à primeira vista. Mais, leva uma tampa descomunal, a miúda não lhe dá qualquer contacto e ele durante uma semana anda a colar cartazes, anda falar na televisão,  multiplica-se em entrevistas, cria uma página de facebook tudo para a encontrar.
Bem, depois disto tudo, Ricardo tenho três perguntas para ti: isto é uma campanha de marketing e aí fico mesmo lixada da vida, andas no Técnico e por isso gajas é como água no deserto e fico solidária contigo, ou realmente é MESMO a história perfeita?

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Pussy Riot




A primeira vez que ouvi falar das Pussy Riot foi porque fizeram umas macacadas numa igreja Ortodoxa contra o governo e foram presas. Elas, como milhares de adolescentes que vemos no Youtube diariamente, fazem tudo por alguns minutos de fama. A nós calhou-nos na rifa um tal de Hélio que ficou “famoso internacionalmente” porque o medo é uma cena que não lhe assiste e isso valeu-lhe um passaporte para a Casa dos Segredos. Aos russos saiu-lhes as Pussy Riot que, graças a um vídeo, tiveram direito a um passaporte para a fama mundial e a uma legião de admiradores.

A história poderia ficar por aqui mas atingiu ainda proporções mais estapafúrdias quando hoje li uma notícia de que as meninas foram nomeadas para o prémio Sakharov, o galardão com que o Parlamento Europeu reconhece mérito na luta pela defesa dos direitos humanos. Oi? O mesmo que ganhou Nelson Mandela e Xanana Gusmão. Pois, está certo!

Por isso, enquanto é consensual que o Hélio é só um gordo estúpido e se espetou contra uns arbustos, as opiniões dividem-se quantos às punkers Russas. Para uns, são uma heroínas e símbolo de liberdade, para outros, como eu, acho que foram só um fruto do acaso e só são umas miúdas idiotas que fizeram tudo para ter uns minutos de fama. Não acredito que tiveram fortes convicções políticas quando foram para a igreja berrar palavras de ordem contra o governo. Não acredito que tivessem que ir precisamente para a igreja fazer figurinhas ridículas, profanar um sitio de fé. Não, foram para provocar e por isso são apenas e simplesmente parvinhas com uma sede inesgotável de protagonismo. Ditou o destino, juntamente com a ingenuidade do governo Russo, de fazer daquelas jovens já com idade para ter juízo, umas mártires, ao condená-las e isso foi o motivo de tanta popularidade. De desconhecidas passaram a ser conhecidas por todo o mundo, não por serem umas excelentes cantoras, porque não o são, mas porque são umas mártires do sistema. Até a Madona decidiu dar destaque às meninas a pedir a sua libertação.

O mais irónico é que há semanas atrás saiu um filme polémico sobre Maomé e houve centenas de feridos e um embaixador americano foi assassinado. Aqui, o argumento é não se pode brincar com a religião e ficou tudo indignado com o filme! Houve manifestações em todo o mundo de indignação pela falta de respeito pelo Profeta, foram queimadas bandeiras americanas e foi derramado muito sangue à conta de um filme amador. Agora, umas miúdas vão para uma igreja Ortodoxa insultar o governo e Deus e ainda são nomeadas para uma prémio pela luta dos direitos humanos! Tivessem elas ido para uma Mesquita berrar as mesmas coisas e a conversa teria sido diferente. Ou estarei enganada?

Nota: Consegui lixar o tipo de letra todo ao alterar o template do blog.Quem souber uma fórmula qualquer para padronizar o tipo de letra neste blog mande comentário, mensagem facebook, sinais de fumo, qualquer coisa! Isto está horrível!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A amizade colorida


Não foi amor à primeira vista. Sempre achei os elogios um pouco exagerados, mas toda a gente me garantia que era genial e que ia gostar. Com tantos elogios à sua volta acabei por ceder. E sim, era um charme e eram as promessas de uma vida mais simples que me atraíam. Já estava farta de complicações, queria algo que não me fizesse perder tempo. Odeio perder tempo.

E sim, tivemos uma amizade colorida durante uns meses e foi divertido enquanto durou. Não me arrependo. No entanto, estava em minha casa todas as noites à minha espera . Ali, sempre à mão de semear, com um ar guloso. Por vezes pensava durante o dia o que iria fazer assim que chegasse a casa e ocorriam-me pensamentos pecaminosos. Ai gula, esse pecado mortal! Rapidamente, tentava tirar essas ideias da minha cabeça e repetia para mim mesma, controla-te Rabodesaia! Essa vida não é para ti.

Até que um dia aquilo correu mal. Durante uns anos estivemos de costas voltadas e nunca mais lhe pûs os olhos em cima. Achei, sinceramente, que era um assunto arrumado na minha cabeça . Achei que não havia volta a dar e que aquilo estava acabado de vez. O preço a pagar para arranjar o que se estragou era demasiado elevado, pensava eu, e por isso não valia a pena.  

Os anos passaram, tive um filho e comecei a pensar nisso novamente. E se...? Se calhar, nesta altura, até podíamos fazer umas coisas em conjunto...Há umas semanas atrás resolvi dar-lhe uma chance, pôr para trás as nossas divergências e fizemos as pazes de vez. Vamos ser amigas para sempre, Bimby?

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Como poupar dinheiro

Aqui em Inglaterra é bastante comum sites em que ensinam como poupar dinheiro, desde em contas domésticas, como a poupar no supermercado, ter bilhetes de cinema grátis, ou vouchers para restaurantes. Eu agradeço, a sério! Agora, qual não é o meu espanto quando assisto ao cúmulo da forretice. Uma das dicas desta semana foi fazer cocó no trabalho para poupar em papel higiénico em casa.
 Esta, nem a Troika se lembrava!

domingo, 23 de setembro de 2012

Em obras

Estou a fazer umas alterações no blog e ainda não acertei com o tipo de letra. Ainda não percebi o motivo e como padronizar o tipo de letra no blog. Alguém me sabe explicar como fazer isso?
Que vos parece a nova imagem do blog e facebook até agora? Até amanhã estou em obras por aqui no blog.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Há uma linha que separa a verdade da falta dela...

Já tinha escrito aqui no blog sobre os junkblogs e de como hoje em dia os blogs são autênticas La Redout cheios de publicidade. No Brasil, recentemente, a Sephora e três bloggers estão a ser investigadas pelo Conselho Nacional de autorregulamentação publicitária (Conar) por “sugerirem” nos seus blogs um produto da YSL quando na verdade era publicidade paga. 

Muitas das bloggers portuguesas, e falo aqui no feminino porque é mais frequente, são vistas como a voz amiga, aquela que dá conselhos tal como uma melhor amiga faria connosco e partilha as suas experiências.  As marcas sabem disso, sabem o poder que uma determinada blogger pode ter sobre os leitores e por isso paga-lhes muito menos do que gastariam num anúncio publicitário em televisão ou jornal. Em troca, tem um “ testemunho” credível de alguém que jura a pés juntos que aquilo ( que neste caso lhe estão a pagar) é incrível e que faz TODA a diferença na sua vida. Não se vê em parte alguma que aquilo foi pago pela marca. 

No contexto de crise que vive Portugal, ainda me custa mais que isso aconteça, principalmente, quando é “sugerido” um tal CLA maravilhoso que a fez perder não sei quanto de massa gorda, ou do creme milagroso que acaba com todas as olheiras e que não são capazes de passar sem ele. E chateia-me porque há 2 anos atrás viviam a usar cremes do supermercado e agora aparecem a referenciar cremes caríssimos que para a maioria das pessoas e para elas próprias estão totalmente inacessíveis. No fundo, estão a divulgar um mundo de fantasia quando na verdade só lhes é possível à conta das borlas que têm.
Lamento ainda mais,  porque há gente a acreditar nisso e a gastar uma pequena fortuna porque a “ amiga” do blog disse que creme era miraculoso e por isso se calhar até vale a pena. Quando a publicidade é escancarada, tudo bem! Quando é porque a amiga do blog, em jeito de solidariedade feminina, publica que comprou um bâton incrível e que fica impecável durante 12 horas com um brilho fora de série, isso já roça a filha da putice. Quando são criticadas, dizem sempre que as pessoas têm é inveja e que deviam ter era vergonha na cara. E isto, à vista de todos, tem passado impune.

Sim, há gente a acreditar, não sei bem como, que há bloggers que se vestem diariamente com a roupa que fotografam “de forma amadora” no blog, que nunca repetem a mesma roupa durante um ano inteiro, que todos os dias colocam maquilhagem impecavelmente perfeita com os produtos de grife caríssimos, que o cabelo é sempre cortado em cabeleireiro de renome e só usam produtos de luxo no cabelo, usam sempre sapatos com10 centímetros de altura e nunca se cansam, nem os estragam a andar na calçada portuguesa, vão a restaurantes, bares e hóteis da moda e isto tudo, com empregos de 1000 e poucos euros! A imagem que passam é que uma mulher normal, com emprego normal deve então poder fazer isto tudo.

Com esta ginástica financeira tão apurada, bem que podiam dar umas dar umas dicas ao Senhor Ministro Vítor Gaspar. Ele e todos nós, certamente, agradecíamos. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Casa dos Segredos

Não escrevi nada sobre a Casa dos Segredos porque não vi e é sempre a mesma coisa. Os bloggers fizeram o resumo todo e eu agradeço. A Teresinha continua os seus comentários brejeiros que doem só de ouvir e os concorrentes são do mais foleiro possível. Eles oleados e burros e elas com implantes e burras. A fórmula é simples. Não vou escrever mais sobre isto, mas vi no facebook algures esta pequena pérola que tinha mesmo que partilhar. Está visto, é só gente com muito nível.